terça-feira, setembro 09, 2008

Quanto seu candidato declarou no imposto de renda??

Mando um link que me deixou realmente pasma com a "justiça" (eleitoral no caso) do nosso país!

Clique no seu estado, procure o nome da sua cidade e veja quanto o seu candidato a prefeito e/ou vereador tem em bens declarados... os 9 (nove) candidatos da minha cidade foram uma piada!!!

http://www3.tse.gov.br/sadEleicaoDivulgaCand2008/

terça-feira, julho 22, 2008

[we don't need education]


Engraçado, sinto-me uma louca perto da maioria dos meus colegas de trabalho...
Meus alunos não precisam de Educação, precisam de BOAS REFERÊNCIAS e mais ainda BONS EXEMPLOS... sei lá que papel cada um dos pseudo educadores ao meu redor acreditam estar fazendo na frente de uma sala de aula, a cada momento, em cada etapa da educação, os vejo como "professores do Charlie Brown" que ao falarem a sonoridade de suas vozes na captação dos alunos ressoam como BLA BLA BLAs! (será que eles não se incomodam com 40 seres fazendo cara de paisagem?! -- isso quando eles são obrigados a permanecerem em silêncio e de preferência imóveis -- modo OFF ativado para informação)
Estragam a base tornando-os meras máquinas copiadoras... Hey, pra que ser pensante... ãhn? Não se ensina a ser crítico quando se é mero reprodutor. E dá-lhe mais uma fornada de bois para o abate! Ahhh sim, presidente não estuda né?!?!
Curso de capacitação... Desculpem-me, sem querer ser a Rainha da cocada preta, joguei 16 hora de ócio por lixo mal elaborado. Aliás, passei raiva, passo sempre raiva. Podar discussões, pra mim, é falta de argumento e falta de argumento, pra mim ainda, é falta de conhecimento e falta de conhecimento, pra mim no caso, é INCOMPETÊNCIA!

(uma aluna, que chorando brigava comigo "eu não consigo ser criativa, eu não sei ser criativa, eu não quero ser criativa", --ok, be a cow, it's easy for me, and for you)

Logo, pensando nisso, vejo que a melhor forma de executar uma educação de forma válida para o futuro deles é continuar sendo a professora má, o calo no mindinho de cada um dos meus colegas, a CHATA (que eles bestialmente chamam de REVOLTADA)... Temo o futuro, sei muito bem o que virá daqui 20 anos, e sinceramente, não gostaria de estar aqui pra ver!
Ok, chega por hoje, hora de sair correndo, meu sinal bateu faz tempo e eu fiquei na sala questionando meu cérebro! Malditas outras EUs da minha cabeça! O show acabou!

1,2,3...66_...

Cada dia acredito mais que, os que estão nas supostas castas superiores andam falando e fazendo merda demais e perdendo o foco... Afinal, um soldado de combate geralmente sabe de onde virá a bala que lhe tirará a vida... e os lá de cima, contabilizando... FRUSTRANTE!!

domingo, junho 15, 2008

[um monte de bla bla blás]

[...] logo não sei por onde começar...

* Sobrevivi a mais um dia dos namorados (uFFa), desta vez não recebi caixa de bombons pelo correio, minha mãe não aumentou minha coleção de cactus e nenhum príncipe ou sapo apareceu montado em um cavalo branco ou coaxou diferente na beira de alguma lagoa. (tá, não conta uma mensagem no celular, um cartão virtual e uma paçoquinha -- respectivamente: um mantedor da frase "esperança é a última que morre", um marido frustrado que ainda me vê como concubina e um aluno que me admira). De presente me dei dois livros do Snoopy e um show da dona Elza Soares em ótimas companhias, com direito a abraço e beijo da diva (alegrias de poucos mortais como eu).
* As questões sobre o estar só são sempre muito relativas (posso citar mais de uma centena de artigos sobre isso), obviamente, ando sempre muito bem acompanhada (obrigada amigos, família, gatas, paciência no computador, sudoku e livros). Arrumo programas ótimos pra fazer durante toda a semana, pessoas sentem inveja da minha facilidade de ir e vir, das noites que não durmo para rir ao lado de boas companhias, das coisas que compro em suadas prestações e da facilidade que tenho em combinar meus cachicóis com qualquer coisa que eu esteja vestindo. Do ter que volte e meia substitui algum SER.
* As noites andam frias e eu detesto frio; o trabalho acumula e eu morro de preguiça de dar conta deste detalhe; fico em posições que ferram a minha coluna e volte e meia tenho os pés formigando, também detesto os pés formigando. Vejo algumas coisas nas lojas e quero tê-las... não vejo mal algum nos meus desejos de consumo, afinal, estética é algo que sempre me atraiu (admiro o belo, mas também me atraio pelo bizarro).
* Faço as contas do mês no lápis, anoto quase tudo, mas mesmo assim o dinheiro não é o suficiente, minha profissão paga mal, meu trabalho só é reconhecido por meia dúzia de pessoas que assim mesmo não conseguirão mudar o atual estado do meu contra-cheque.
* Meus projetos de vida andam medíocres, mas nas horas vagas prefiro tirar um cochilo.
* Vida amorosa... HA HA HA não acho homem que valha um investimento (amigos e compromissados não entram na minha listagem).

* As rapidinhas:
- A amiga que dava um beijo e em seguida tirava o vestido de noiva da bolsa arrumou um namorado distante, ela demonstra estar feliz (eu achei o cara um tanto quanto frio, temo por ela);
- Uma outra, num ato de desespero, mandou um SMS para um ficante que ao enviar percebeu que já estava totalizando a quinta mensagem (envergonhada pelo ato ela não nos revelou o conteúdo do texto);
- No jornal li que se esgotaram os Santo Antônio das prateleiras (ok, não estamos sozinhas solteiras!!);
- Durante a semana, vi Mário Bortolotto no teatro (adorei a peça, mesmo porque não tinha mais dinheiro para ver a dita cuja e consegui entrar de graça num lugar que nem pagante teve acesso, não é Doutor?!) e no vocal com sua banda, forçando ser simpático com umas groupies que passaram o show inteiro da banda dele batendo nas minhas costas com aquelas bolsas que mais parecem malas de viagem;
- Descobri que os trigêmeos dos apresentadores do Jornal da maior emissora do país estudam do lado de casa (ué, aqui virou refúgio dos globais?!);
- Fui outra vez num show de comédia stand up, e frustrei-me com o mesmo show da sexta-feira anterior (entenderam porque as coisas não vão pra frente nesta cidadezinha);
- Não me pesei mais depois do segundo mês de sibutramina, as calças não estão mostrando sinais efetivos da dita cuja, mas ganhei a receita e mais duas caixas da minha ginecologista;
- Minha casa anda uma bagunça, quero arrumá-la, mas continuo com preguiça;
- Sexo ultimamente... somente o virtual, também andei vendo que não sou a única... pau consciente de sexo por prazer anda raro no mercado;
- A média com que tenho achado fios de cabelos brancos na minha cabeça tem sido a maior dos últimos anos (tenho fios desde os 15 anos porém, nunca os achei com tanta freqüência), tenho que lembrar de parar de olhar tanto para o meu cabelo;
- Quinta show do Ney Matogrosso, há alguns anos atrás isso seria icogitável (não deve existir esta palavra), mas antes que ele morra, quero ver esta cena! Aconteceu o mesmo no show da Elza Soares e foi magnífico, fiquei arrepiada em diversas partes do show, raramente tenho esta sensação (acho que to assustada ainda);
- Assisti uma peça belga, com artistas brasileiros baseada no livro da Fernanda Magalhães e da Karen Debértolis, fiquei tensa a peça toda, também me causou uns arrepios;
- Chega de bobagens por hoje, preciso escovar os dentes, estou com mal hálito agora e ODEIO esta sensação. Aliás, escovar os dentes, limpar os ouvidos e sentir minha buceta fresca e cheirosa são as pequenas coisas da higiene que realmente me dão prazer!

domingo, junho 01, 2008

[o tempo passa, o tempo voa...]

Os caras que conheci da minha pré, até pós-adolescência e que hoje ressurgem pedindo autorização no meu orkut, geralmente seguem as mesmas características:

* Engordaram (ou estão com uma pança significante);
* Perderam cabelo (de forma significativa na maioria das vezes);
* Tem uma namorada/esposa com cara de boazinha/tontinha (insossa);
* Vestem-se mal (nem no figurino bermuda e camiseta que usavam antes acertam, pois a camiseta realça a bóia que carregam na cintura e geralmente é de algum time de futebol);
* Geralmente nos adicionam no sentido de mostrar para namorada/esposa insossa as amigas "estilosas" que fizeram no passado (sem me achar nesta, afinal, sou o tipo que não virei mãe e comecei a usar conjuntos cor de iogurte);
* Suas conversas são sempre nostálgicas e começam com "lembra aquela vez que você... blá blá blá (algo no sentido sexual)";
* Ganharam a feição dos caras mais velhos que na época em que os conheci achava babacas;
* Ainda escutam um pouco das músicas que escutavamos antes, mas frequentam os pagodes e shows sertanejos da vida e dizem ser "mais ecléticos";
* Tiram fotos de casal com cara de santo e as insossas ao lado com cara de "mulheres apaixonadas";
* Não evoluíram em quesito nenhum e levam uma vidinha pacata perto dos pais e sogros...

É, to assustada com o futuro!!!

domingo, maio 25, 2008

[conversa com os amigos intelectualóides]

Quando falo do trabalho, das coisas que construo para melhorar a sociedade e etc, tenho a impressão de que tudo que falo soa pedante!
Agora quando conto dos meus feitos e trapalhadas sexuais, vejo olhos atentos a história...
Depois ficam putos com a quantidade cunho fútil-sexual (não necessariamente nesta ordem) que vêem na TV e em outras mídias.

É, vou pensar mais nisso, querendo IBOPE, falo dos feitos sexuais, querendo moscas e poeira, falo das intelectualidades... pronto, descobri a América agora... (acho que levei um tabefe da mídia neste momento)!

sexta-feira, maio 02, 2008

[comida]

Hey, doutor dos loucos... te aqueta porque estou atolada de trabalhos!!

Porém, esta vai pra você... desdobrando a palavra...

hoje eu fui comer onde fomos comer depois de termos nos comido!! (gostou?!) lembrou onde fui?! heheheehehehhehe

ok, idiota, mas lembrei disso lá!

segunda-feira, abril 21, 2008

[reticências]

"ofendam-se!!!"

...já seria um princípio de reação!

Sim, o pudim da vovó escondido no fundo da geladeira estava ótimo...

[Resposta para o dono do sanatório]

Hey, antes de mais nada: Quem é que lhe autorizou a tentar puxar o tapete da Rainha de Copas?!?!?!

(aFFe, estes pobres mancebos estão perdendo o restolho de juízo que tinham)

Bom meu caro senhor dono do sanatório, quero lhe informar que reclamar é meu hobby preferido, ao menos aqui. Na via real nós somos obrigados a engolir sapos, cavalos, elefantes e baleias inteiras, mas aqui, NÃO, me recuso, aqui é meu canto do reclamatório oficial... Quer me ver sorridente, falando cousas outras da vida... buteque-mo-nos!

Quanto ao último post, de uma foto (não a chame de xocha, até saiu no jornal aquelas pernas) e a frase, são relacionadas a minha única leitora assídua (leitora dos mesmos posts ao que eu percebo). A foto comemorativa ao aniversário da dita e a frase comemorativa a uma viagem surreal que fizemos juntas. Obviamente com muito riso sempre... (as vezes ganho olhares feios por extrapolar na altura dos mesmo).

A respeito da sua reclamação, faço nota dela agora, afinal, não me foi dito noutro tempo sobre suas lástimas e amarguras quanto aos meus textos... Mas gosto de suas críticas, desde que eu possa lhe cortar a cabeça depois (mesmo que num ato de pompoarismo -- nossa, fui ousada agora não?!?!).

Mas saiba que estão cá anotadas suas reclamações e junto adiciono um comentário que sempre me vem a mente de um amigo que sumiu do mapa "água morna só serve para lavar a bunda", tentarei lavar outras partes com águas em outras intensidades térmicas! Aguarde-me!

Sem mais delongas e me retirando ao meu aposento,

Rainha de Copas.

domingo, abril 20, 2008

[pensamento do dia]


"Quem me odeia quer ser eu"

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Mais um dilema meu estará nas próximas linhas.

Me ajudem a encontrar onde está o erro?!?!
  • Primeiro meus pais me colocaram em uma escola pública (meu pai alegava que não trocaria seu vinho e frios no fim da noite para bancar escola para os filhos que não eram burros – de fato, não somos).
  • Não fui a melhor aluna da classe, mas nunca repeti um ano escolar (fiquei em recuperação em Química, mas gostava da matéria que o professor com índole militar me chamava somente pelo último sobrenome).
  • Quando terminei o colegial, convenci meus pais que não teria mais férias decentes até o final da vida e eles me deixaram vagabundear por 6 meses (ninguém pode chamar isso de não proveitoso, foi quando aprendi que ler poderia ser algo bacana, escrever também, afinal, eu era a única desocupada que não tinha nada pra fazer).
  • Logo após estas deliciosas férias, meu pai disse que pagaria 6 meses de cursinho (dos baratos), e caso eu quisesse algo melhor, eu que me virasse para conseguir descontos, depois disso eu que me virasse em pagar os próximos caso quisesse fazê-los (convenci um amigo da época – um dos únicos que tinha scanner – a alterar minhas médias finais do boletim, tive bolsa de 50% num dos melhores cursinhos da cidade).
  • Mais uma das regras de papai era que, eu tinha que passar na universidade pública da cidade, do contrário, eu que arrumasse trabalho para bancar uma particular ou morar fora, caso a universidade fosse pública (passei na pública daqui mesmo, fazendo o curso que me levou ao título de ovelha negra da família)
  • No último ano de faculdade, meus pais se separaram, fiquei na merda junto a minha mãe, me virei para baratear os custos do meu trabalho final e tirei nota máxima no livro que escrevi com um CD-room para apresentação das imagens (o projeto foi tão inovador para época que um dos professores da banca queria indicar meu livro pra edição, projeto frustrado pois não tinha autorização de publicação das imagens da traveca que tinha se mudado pra Suíça).
  • Formada, no ano seguinte, consegui um emprego de professora temporária e fui aprovada no meu primeiro concurso (que só viria a ser chamada 3 anos depois).
  • No mesmo ano fiz minha pós-graduação na mesma universidade que me formei (concluí no início do ano seguinte, pois tive apendicite em plena época de escrita da monografia – não tive a mesma nota da graduação – mas a banca me odiava também).
  • Com as crises pós divórcio (grana, choro, depressão e brigas), me submeti os 2 anos seguintes na labuta das aulas substitutivas (na mesma época minha mãe ficou desempregada e eu ajudei a sustentar a casa com esta grana).
  • Ano passado fui efetivada no primeiro concurso que prestei para dar aulas, no final do ano prestei mais um concurso e de novo fui aprovada, ou seja, tenho agora dois cargos de 20 horas para ensinar meus alunos algo que preste realmente (faço isso na maior parte do tempo com o maior prazer, mas confesso que tem dias que parece não valer a pena insistir com certas almas, e aí, desisto delas sem o menor remorso).

Bom, nesta altura do campeonato, você deve estar se perguntando, porque cargas d’água esta louca resolveu contar a vida?!

Fácil!! Como virão, me formei, me pós-graduei, não foi fácil, mas não arrancou pedaço (só alguns anos de vida que teria lá pra frente). Aí, acordo no sábado (meu suposto dia de descanso), com o vizinho do apartamento da frente (com cara de deboche), vindo me perguntar se larguei o carro aberto durante a noite.

(ÃH?!)

Não bebo, minha mãe estava viajando (logo fico mais neurótica em fazer as coisas da forma certa – jeito de conseguir a “não bronca”), OBVIO que não larguei porta nenhuma aberta!

Pela QUINTA (5) vez no período de 1 ano, meu carro foi mais uma vez arrombado (terceira dentro da garagem do meu prédio). Já devo estar tão entorpecida com tal notícia que isso nem me revoltou tanto (desta vez).

No entanto, chega o momento em que me sinto realmente roubada, onde acredito piamente que algo está ERRADO!!

“A HORA DE LEVAR O CARRO PARA O CONSERTO!!!”

Blá blá blá (liga pesquisando o preço), blá blá blá (espera a avaliação da avaria), eis que a moça que me atendia, na hora da discussão financeira, diz que a hora do mecânico da empresa custava R$ 82,00!!! (oitentaedoisreaisahoradetrabalhodomecânico)


Pronto aí caí para trás!! Calma lá, PENSEM comigo, eu me formo numa universidade pública (o que não é tão fácil assim), me pós-graduo, passo em DOIS (2) concursos públicos (o que também não é a maior facilidade do mundo), agüento 40 filhos dos outros em média fazendo desaforos dos mais variados tipos e ainda tento ensiná-los algo correspondente a minha disciplina, fora ensinar educação, respeito, justiça, gentileza e etc pelo valor de exatos R$7,53 (setereaisecinquentaetrêscentavosahoraaula).

Onde é que eu errei??? A regra agora é ser mecânica? Esta é a nova profissão do futuro?? Alguém poderia ter me avisado que não precisava ter estudado tanto, gastado com cursos e livros (e olha que compro bastante livro e os leio), bastava ter feito algum curso do Instituto Universal ou freqüentado algum desmanche de carros roubados que eu teria o know how necessário para ser bem sucedida financeiramente? Ainda mais tendo ciência de que o salário do último nível do professorado com a última contagem de tempo de serviço chega a bagatela de R$ 26,23 (vinteeseisreaisevinteeseiscentavoshoraaula), ou seja, quando eu me aposentar, eu estaria recebendo mais ou menos 1/3 do que um mecânico recebe para desmontar a bosta da minha porta do carro, trocar a merda do cilindro da chave que algum dos meus ex-candidatos a alunos estouraram para roubar meia dúzia de chaves de fenda e um cabo para energia de bateria!

Perguntem o que ensinarei para os meus alunos amanhã?

ACHARAM O ERRO? AGUADO RESPOSTAS!!

Obs.: Quero deixar claro que não estou aqui desmerecendo o trabalho do mecânico, e tão pouco o tanto que estudou para chegar onde chegou e sim estou pasma com o MEU salário, porque é que ensinar (seja lá o que for) e tentar transformar a vida de um ser humano vale tão pouco??

Obs.2: Imagens do google.

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

do orkut

Numa das minhas comunidades, tinha um jogo de perguntas, um elabora uma pergunta, o outro responde e elabora outra para ser respondida... aí eis que vejo a seguinte situação:

"Porque arrumar a cama quando levantamos se teremos que desarrumá-la ao dormir?"

E a resposta:
" segundo minha avó:
pro anjo da guarda não ter preguiça de levantar e nos seguir o dia todo. se deixamos desarrumada, ele fica dormindo.. e saimos sem proteção!"


Pensando nisso, vejo que só serei seguida por um anjo da guarda quando vem a diarista... Sorte a minha ser atéia, se não tava realmente ferrada! Eu ODEIO arrumar cama!

domingo, fevereiro 10, 2008

férias é bom!!

vocês aproveitaram as férias? tiveram alguma?

se a resposta foi NÃO, então... eu vos digo TROXAS!!!!

7 dias numa praia linda burguesa do litoral norte do estado mais rico do país (leitura, parentada, sexo, baladinhas, relax all the time);
8 dias na capital do mesmo estado fazendo passeios culturais (museus, livrarias, sexo, exposições, amigos, família...);
10 dias na terrinha do pé vermelho com um único dia em casa ajeitando meus livros por ordem temática (já to craque, precisam se bibliotecária?!);
5 dias de verão na capital fria do estado do meu patrão (comprei um cachicol, comprei umas outras peças de roupa que aproveitei menos por causa do clima caótico, também comprei a maldita sandália laranjada que procurei em 5 capitais e 3 cidades do interior e não havia achado, peguei a dita cuja na promoção e por causa do frio só fui usar quando voltei de viagem);
4 dias numa praia paradizíaca, com um farol que foi lindamente fotografado, junto com um casal de viados e uma surtada e um monte de hippie que eu não quis matar;
1 dia de sambódromo e mais um de balada e 4 dias doente, estragada, podre (ahhh sim, voltei a "trabalhar" na quarta, mas logo logo volto a trabalhar de verdade!

portanto, enquanto não acontece, conto os trocos e volto pros butecos, cinema, livros e bla bla bla.

domingo, janeiro 20, 2008

[post 100]

[para ler numa sentada]


(3)"Snoopy - Assim é a vida Charlie Brown!"
(5)"Snoopy - Posso fazer uma pergunta professora?"

Livretinhos que comprei na Paulista pra poder passar o tempo no ônibus na volta para casa... estas coisas que você só faz quando não é a sua cidade, tão pouco a sua casa! (eu adoro Charlie Brown)


Presente de Natal, como tiro trocado a queima roupa!
Entreguei o pacote, recebi o meu... demos o mesmo livro! Coisas que só quando se conhece bem uma pessoa acontece!

[open house]

As férias continuam, mas já passou da hora de atualizar isso aqui!

É obvio que ao final de ano letivo, isso aqui cairia ao abandono, mas para minha surpresa, as visitações continuaram... portanto, bem vindo aos loucos que oferecem a cabeça para um talho!