terça-feira, julho 17, 2007

[poema sobre minha memória]

cabeça de vento,
de vento que passa e vai embora
num fica nem poeira de memória...

[bela bunda]

Partindo do princípio citado no texto abaixo, até que to com uma saudade grande do senhor dono da bunda esculpida nos moldes da Grécia Antiga, aliás, diga-se de passagem, não é só a bunda muito bem esculpida, o corpo todo faz uma agradável carícia aos olhos.
Tentei marcar um encontro com ele antes, mas como sabem, não sou o tipo chata-persistente e ele não é o tipo “vagabundo de plantão”. Mas já estou dando um jeito nisso! E que fique claro que não fico dando patadas por falta de prazeres na vida, nem sexuais, nem seja lá quais forem (ao menos não no presente momento!)

[férias]


Nas férias pensamos falsamente que colheremos nossa liberdade, duas horas depois de estar oficialmente de férias já estava pronta para sair, de fato, liberdade conquistada, lá estava eu voltando para casa as 4 da manhã (coisas que em dias normais eu estaria provavelmente no décimo oitavo sono).
A verdade é a seguinte, acabei que comprei a primeira e a segunda temporada de Desperate Housewives, pronto, vício um das férias feito, comprei também um livrinho de sudoku, pronto, vício dois instituído, aí veio o frio, a chuva e a lembrança de que não sendo mais estudante e a maioria dos meus amigos também já passaram por este período, logo, sobram poucos que estão com o tempo tão livre quanto o meu!
Ta, mas e o sono, a preguiça, o ócio... obvio, estas características que são bem minhas também resolveram participar das minhas longas duas semanas de férias. Bom, nisso, o plano de arrumar o meu quarto e o quarto que fica o outro computador, acabaram por ir pros quintos.
Mas juro, não sou TÃO inútil, tirei umas fotos, ajeitei meu site para apresentá-las, organizei meus livros na ordem devida separada por suas temáticas, dei aulas de computação para duas amigas, deixei todo o resto do meu quarto uma bagunça... enfim, fiz minha parte.
Estranho, esperamos tanto por uma folga, e ela parece sempre ser insuficiente, tudo bem que meu trabalho tem sido bem desanimador, que ter que trabalhar com pessoas não é bem o tipo de coisa que facilita nossa vida e a transforma numa coisa melhor...
É, as relações sociais geralmente é o que mais me frustra, como as péssimas pessoas com quem tenho que trabalhar bem como meus bons amigos que estão ocupados em seus trabalhos, vidas particulares, atrás de um novo amor, ou uma solução para melhor convívio com o amor já existente ou filhos, corpo e sexo!
Isso, talvez seja isso, o problema das relações sociais talvez seja causado pela falta de uma boa trepada... Ao menos, é assim que acabo justificando algumas grosserias gratuitas que recebo no trabalho: vulvas cheias de teias, ressecadas tais como ameixas de gavetas não facilitam a simpatia das mulheres; bem como, pintos que já não sobem mais, ou que insistem que ter que comer esposas mal cuidadas (descuido delas e da vida/isso vale para o sexo oposto), barrigas-gangorras, e toda a vestimenta mal combinada deste povo que os faz perder este tão desejado prazer da vida. Enfim, se não estão tendo o mínimo de prazer na vida, não há como ter simpatia, sorrisos gratuitos, e até “bom dia!”.
Ahhhhhhhhh isso é problema deles, porque raios que isso sempre acaba reverberando em mim?? Será que terei que virar sócia de sexy shop para poder distribuir presentes-sorriso!?
Façam-me o favor!!

segunda-feira, julho 16, 2007

[segunda da semana]

(você pode ser o próximo!)

[um pouco de música]



"Hey desire, hey desire
please protect me from the things im wanting
This is a recording
Here's a secret, here's a secret
Loves a game where rules just complicated
Lose it if you break it
But you'll forget, you'll forget
When you're lonely, you'll forget"
("In The Morning", Ben Lee)

sexta-feira, julho 06, 2007

[na terra do frio]

a última casa da ponta

[pinheiros]

*passe correndo*

[campo]

num setembro

[saudades do jocker]

"aqui
somete
reçicrado"
(para matar a saudade do jocker, acho que ele vai entender!)

[preguiça, meu vício maior]

*preguiça, meu vício maior*