(quem me conhece, sabe do que estou falando...)
Então vamos para mais uma história:
No sábado de noite, depois de ter passado a tarde toda fumando maconha e comendo quitutes árabes junto de três amigos (gays, porque são mais deliciosos), voltei pra casa.
Juro, só entrei na internet porque descobri que estava virando uma geléia derretida no sofá, fiquei com medo de perder os braços derretidos e vim me exercitar no teclado. Ao menos, eu teria dedos no meio daquela geléia que eu estava virando (sim, quando fumo maconha – o que é bem raro – me sinto toda derretendo, mole, desengonçada... e fico rindo... rindo)!
Retornando a história... eis que me aparece na internet um escritor (da capital do estado vizinho) que sempre converso. Um destes ‘latim lovers’ que adoram brincar de querer seduzir qualquer mulher que passe-lhe a frente! Ele dizia, ou tentava me dizer, que estava na minha cidade. Achei muito estranho, pensei que meu cérebro também havia virado geléia, até entender que o tal do latim lovers sem um puto no bolso, ele realmente estava na minha terrinha amada.
Acabamos por combinar que nos encontraríamos no dia seguinte.
[DOMiNGO – o dia seguinte]
Após um almoço de família, brigadeiros coloridos e máscaras carnavalescas para as crianças, fui me encontrar com o tal mancebo. Passei para pegá-lo na casa de sua mantenedora e fomos para um passeio regado a mais maconha e lago artificial. Por estas horas, eu já estava no meu estado gelatinoso esperado; ele nervoso, inquieto, com olhares e toques mais do que explícitos e específicos... (e eu sou besta desde quando?)
Saímos de lá ainda não estava escuro, no meio do caminho para o carro, no gramado verde e um belo abacateiro sobre nossas cabeças, resolvi deixá-lo beijar-me (estas coisas não podem ser totalmente explicitas se não perde o charme, portanto, finge-se que permite, quando a vontade já é tua também). Era um destes beijos que combinam, não foi ruim... beijo bom é bom de se beijar...Então beija-se mais; não é assim com vocês?
Resolvi que de lá, levaria-o para um bar de que gosto bastante, mas o recinto havia cerrado-se para as festas da carne e eu sem muita escolha, parei num boteco verde com cara de caixa-de-brinquedos mal organizada; ao menos, tinha uma linda sombra das folhagens do fundo do bar.
Não duramos mais que uma lata de Coca-Cola cada dentro daquela lúdica caixa-de-brinquedos. Neste momento ele ficava abraçando minhas pernas com as suas por debaixo da mesa, enquanto eu continuava falando como se nada estivesse acontecendo.
Mas num domingo de carnaval, o que teria aberto numa cidade do interior? Lembrei de um lugar charmoso, requintado para apresentar ao mancebo-fruto-dos-quintos-dos-infernos. Estacionei o carro. No som, tocava Louis Armstrong e seus similares, não sei que efeito estas ondas sonoras causaram no cérebro dele, mas ele clamava ensandecido que queria me chupar enquanto eu dirigia, pediu e implorou (eu estacionando o carro) para que eu voltasse a dirigir, para que saíssemos daquele lugar.
Eu, gelatinosa ainda, com o pouco de juízo que me restava, não iria dirigir com um cara me lambendo o âmago, certamente faria algumas milhares de cagadas no trânsito. O proibi de baixar a cabeça, mas suas mãos continuaram lutando contra meu jeans Levi’s (não se luta contra roupas de operários, são feitas para resistir! Childrens... tsc tsc tsc).
Nesta hora eu já estava excitada o suficiente para não me preocupar mais com a mantenedora, ou qualquer juízo moral que ainda me restava, levei-o para um Motel (sim, ele tinha um M maiúsculo - O MOTEL!).
[PAUSA PARA NOTA DA RAiNHA DE COPAS]
Nunca havia estado num motel antes, sempre tive curiosidade, mas minhas oportunidades me levavam para outros lugares. Então, como era a minha virginal ida ao mesmo, resolvi investir um pouco e ir ao melhor da cidade (sim, eu estava bancando minha parte da brincadeira com o rapaz, a mantenedora não pode reclamar, minhas despesas eu paguei em todas as saídas)!
[O MOTEL]
Adorei! Banheira, cama grande, espaço, chuveiro... Lá, estavam duas pessoas com ¼ de século de vida e um monte de fogo no rabo. Foram quase seis horas trancafiados [sexo]. Apertamos todos os botões, jogávamos tudo pelo chão. Ele preocupado, eu, me divertindo feito criança [sexo]!
Nos momentos em que o juízo dele aparecia, seu pau (que a mim tem um tamanho bem satisfatório excitado), virava aquela coisa mole que fica pendurada junto às bolas... eu parava e ria sozinha, só imaginando em que grau a chapa-quente fritava seus neurônios naquele momento [mais sexo].
Meus pensamentos sempre são malévolos, me divirto ao ver as pessoas se ferrando, principalmente quando resolvem cavar a própria cova. Acabam por carregar nas costas todo o monte de terra que tiram do chão. Raras vezes vi esta cena, mas nunca fui eu quem carregava os montes de terra sobre o lombo. (por isso o mundo é dos espertos, entenderam crianças?! >> comentário totalmente Elke Maravilha!) [sexo outra vez]
No horário que ele havia combinado para retornar a casa da sua mantenedora, o lembrei que deveria ligar para ela (viram como sou responsável) – ainda tínhamos duas horas de usufruto do quarto [sexo, quase coelhos já] –, ele assim o fez, após divagarmos sobre que falaria... no fim, disse que voltaria logo [sexo].
Imaginem... Eu pago um motel caro, na minha noite desvirginal naquele ambiente. Acha que eu ia deixar duas horas para trás??? (meu dinheiro não é capim!) [sexo, sexo, sexo]
Portanto... Fomos para sei lá que round da nossa brincadeira sexual. Continuei rindo sozinha, me divertindo com aquele momento Bonnie & Clyde no meio da fuga, até soar as três badaladas do sino e devolvê-lo para o mesmo edifício de porta estilosa anos 70.
No sábado de noite, depois de ter passado a tarde toda fumando maconha e comendo quitutes árabes junto de três amigos (gays, porque são mais deliciosos), voltei pra casa.
Juro, só entrei na internet porque descobri que estava virando uma geléia derretida no sofá, fiquei com medo de perder os braços derretidos e vim me exercitar no teclado. Ao menos, eu teria dedos no meio daquela geléia que eu estava virando (sim, quando fumo maconha – o que é bem raro – me sinto toda derretendo, mole, desengonçada... e fico rindo... rindo)!
Retornando a história... eis que me aparece na internet um escritor (da capital do estado vizinho) que sempre converso. Um destes ‘latim lovers’ que adoram brincar de querer seduzir qualquer mulher que passe-lhe a frente! Ele dizia, ou tentava me dizer, que estava na minha cidade. Achei muito estranho, pensei que meu cérebro também havia virado geléia, até entender que o tal do latim lovers sem um puto no bolso, ele realmente estava na minha terrinha amada.
Acabamos por combinar que nos encontraríamos no dia seguinte.
[DOMiNGO – o dia seguinte]
Após um almoço de família, brigadeiros coloridos e máscaras carnavalescas para as crianças, fui me encontrar com o tal mancebo. Passei para pegá-lo na casa de sua mantenedora e fomos para um passeio regado a mais maconha e lago artificial. Por estas horas, eu já estava no meu estado gelatinoso esperado; ele nervoso, inquieto, com olhares e toques mais do que explícitos e específicos... (e eu sou besta desde quando?)
Saímos de lá ainda não estava escuro, no meio do caminho para o carro, no gramado verde e um belo abacateiro sobre nossas cabeças, resolvi deixá-lo beijar-me (estas coisas não podem ser totalmente explicitas se não perde o charme, portanto, finge-se que permite, quando a vontade já é tua também). Era um destes beijos que combinam, não foi ruim... beijo bom é bom de se beijar...Então beija-se mais; não é assim com vocês?
Resolvi que de lá, levaria-o para um bar de que gosto bastante, mas o recinto havia cerrado-se para as festas da carne e eu sem muita escolha, parei num boteco verde com cara de caixa-de-brinquedos mal organizada; ao menos, tinha uma linda sombra das folhagens do fundo do bar.
Não duramos mais que uma lata de Coca-Cola cada dentro daquela lúdica caixa-de-brinquedos. Neste momento ele ficava abraçando minhas pernas com as suas por debaixo da mesa, enquanto eu continuava falando como se nada estivesse acontecendo.
Mas num domingo de carnaval, o que teria aberto numa cidade do interior? Lembrei de um lugar charmoso, requintado para apresentar ao mancebo-fruto-dos-quintos-dos-infernos. Estacionei o carro. No som, tocava Louis Armstrong e seus similares, não sei que efeito estas ondas sonoras causaram no cérebro dele, mas ele clamava ensandecido que queria me chupar enquanto eu dirigia, pediu e implorou (eu estacionando o carro) para que eu voltasse a dirigir, para que saíssemos daquele lugar.
Eu, gelatinosa ainda, com o pouco de juízo que me restava, não iria dirigir com um cara me lambendo o âmago, certamente faria algumas milhares de cagadas no trânsito. O proibi de baixar a cabeça, mas suas mãos continuaram lutando contra meu jeans Levi’s (não se luta contra roupas de operários, são feitas para resistir! Childrens... tsc tsc tsc).
Nesta hora eu já estava excitada o suficiente para não me preocupar mais com a mantenedora, ou qualquer juízo moral que ainda me restava, levei-o para um Motel (sim, ele tinha um M maiúsculo - O MOTEL!).
[PAUSA PARA NOTA DA RAiNHA DE COPAS]
Nunca havia estado num motel antes, sempre tive curiosidade, mas minhas oportunidades me levavam para outros lugares. Então, como era a minha virginal ida ao mesmo, resolvi investir um pouco e ir ao melhor da cidade (sim, eu estava bancando minha parte da brincadeira com o rapaz, a mantenedora não pode reclamar, minhas despesas eu paguei em todas as saídas)!
[O MOTEL]
Adorei! Banheira, cama grande, espaço, chuveiro... Lá, estavam duas pessoas com ¼ de século de vida e um monte de fogo no rabo. Foram quase seis horas trancafiados [sexo]. Apertamos todos os botões, jogávamos tudo pelo chão. Ele preocupado, eu, me divertindo feito criança [sexo]!
Nos momentos em que o juízo dele aparecia, seu pau (que a mim tem um tamanho bem satisfatório excitado), virava aquela coisa mole que fica pendurada junto às bolas... eu parava e ria sozinha, só imaginando em que grau a chapa-quente fritava seus neurônios naquele momento [mais sexo].
Meus pensamentos sempre são malévolos, me divirto ao ver as pessoas se ferrando, principalmente quando resolvem cavar a própria cova. Acabam por carregar nas costas todo o monte de terra que tiram do chão. Raras vezes vi esta cena, mas nunca fui eu quem carregava os montes de terra sobre o lombo. (por isso o mundo é dos espertos, entenderam crianças?! >> comentário totalmente Elke Maravilha!) [sexo outra vez]
No horário que ele havia combinado para retornar a casa da sua mantenedora, o lembrei que deveria ligar para ela (viram como sou responsável) – ainda tínhamos duas horas de usufruto do quarto [sexo, quase coelhos já] –, ele assim o fez, após divagarmos sobre que falaria... no fim, disse que voltaria logo [sexo].
Imaginem... Eu pago um motel caro, na minha noite desvirginal naquele ambiente. Acha que eu ia deixar duas horas para trás??? (meu dinheiro não é capim!) [sexo, sexo, sexo]
Portanto... Fomos para sei lá que round da nossa brincadeira sexual. Continuei rindo sozinha, me divertindo com aquele momento Bonnie & Clyde no meio da fuga, até soar as três badaladas do sino e devolvê-lo para o mesmo edifício de porta estilosa anos 70.
[sexo = tentem lembrar das múltiplas formas de relações sexuais, afinal, ¼ secular de idade, o resto de boa flexibilidade, desejos e disposição, fizeram parte de toda a performance]

2 comentários:
hum.
seja lá quem você for, esta história é ótima...
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